Estão abertas a partir de hoje, 18 de dezembro de 2013, até 15 de janeiro de 2014 as inscrições para a 12º Mostra de Teatro, Pesquisa e Extensão 2014.
As inscrições deverão ser entregues na Secretaria do Departamento de Arte Dramática da UFRGS ou pelo email teatrope@gmail.com
Abaixo segue o link para o download do Edital e ficha de inscrição.
http://www.4shared.com/office/notqhm6c/Regulamento_edital_e_ficha_de_.html?
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
NOVEMBRO com V ao Cubo
Todas as quartas-feiras do mês de novembro, último mês da Mostra TPE 2013, sempre às 12:30 e 19:30, com retirada de senhas 1h antes. Sempre com ENTRADA FRANCA!
Na última sessão do mês teremos um debate com convidados logo após a peça.
SINOPSE: Partindo do pressuposto de que só não são possíveis as possibilidades cuja impraticabilidade é comprovada, todas as verdades são verdadeiras até que se prove o contrário. É fundamentado nesta premissa que os cientistas do Departamento da Verdade, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, convidam a todos para o seminário Verdade ao cubo – O que você V, o que você não V e além do que você V. Um seminário que irá revelar as Verdades encontradas no ano de residência, ou se preferirem, de espionagem, do Departamento da Verdade dentro do Departamento de Arte Dramática. A série de livros O Guia dos Mochileiros da Galáxia, de Douglas Adams, é uma das principais referências do espetáculo. Adams (1952-2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python´s Flying Circus, e pela série de rádio, jogos e livros O Guia dos Mochileiros da Galáxia.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Douglas Adams, Erick Oliveira, Jéssica Lusia e Natália Soldera;
Direção: Natália Soldera;
Elenco: Ander Belotto, Jéssica Lusia, Luiz Alves, Matheus Melchionna e Silvana Rodrigues;
Composição de dramaturgia, cenografia, figurinos, trilha sonora e produção: O grupo;
Orientação: Prof. Dra. Marta Isaacson;
Fotos e vídeos: Jéssica Lusia e Natália Soldera;
Este trabalho foi originado na disciplina de Estágio de Montagem II de Natália Soldera
Na última sessão do mês teremos um debate com convidados logo após a peça.
SINOPSE: Partindo do pressuposto de que só não são possíveis as possibilidades cuja impraticabilidade é comprovada, todas as verdades são verdadeiras até que se prove o contrário. É fundamentado nesta premissa que os cientistas do Departamento da Verdade, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, convidam a todos para o seminário Verdade ao cubo – O que você V, o que você não V e além do que você V. Um seminário que irá revelar as Verdades encontradas no ano de residência, ou se preferirem, de espionagem, do Departamento da Verdade dentro do Departamento de Arte Dramática. A série de livros O Guia dos Mochileiros da Galáxia, de Douglas Adams, é uma das principais referências do espetáculo. Adams (1952-2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python´s Flying Circus, e pela série de rádio, jogos e livros O Guia dos Mochileiros da Galáxia.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Douglas Adams, Erick Oliveira, Jéssica Lusia e Natália Soldera;
Direção: Natália Soldera;
Elenco: Ander Belotto, Jéssica Lusia, Luiz Alves, Matheus Melchionna e Silvana Rodrigues;
Composição de dramaturgia, cenografia, figurinos, trilha sonora e produção: O grupo;
Orientação: Prof. Dra. Marta Isaacson;
Fotos e vídeos: Jéssica Lusia e Natália Soldera;
Este trabalho foi originado na disciplina de Estágio de Montagem II de Natália Soldera
uma bela visão de "to be or not to bekett"
Eu sempre tive em mente que um crítico deve se distanciar do seu gosto pessoal para buscar um olhar analítico sobre a obra escolhida. Porém eu não sou um crítico. Sou uma estudante de teatro que passa para um papel as suas percepções sobre o objeto estudado. Foi isso que me acalmou para digitar essas linhas.
Eu amo Beckett. Sim. Amo Beckett.
Okay... o que você quer dizer com isso?
Um dia antes de assistir ao espetáculo, na sua estreia no ano passado (acreditem ou não), eu estava lendo "Todos os que caem", de Beckett.
Então no dia seguinte, chego a Álvaro Moreyra e... TCHARAM! Ouço os fragmentos desse texto.
Coincidência? "Porém isso não basta! Não basta de forma alguma". Foi só uma coincidência, Manuzinha. Preste atenção ao espetáculo.
"Apenas deslizar docemente..." Deslizei. E, no fim, fiquei na espectativa para voltar a assisti-lo. Eu consegui fazer isso no TPE de Outubro... duas vezes.
"O que direi dessa jornada?"
Pois é... Senti dificuldades em escrever algo sobre. É complicado traduzir em palavras algo que te toca. Que te faz refletir. Que te faz lembrar o quanto você ainda pode estar amarrado por uma corda. O quanto de caveiras você poderá retirar do seu "barril". O quanto um violoncelo não é apenas um violoncelo. E...
"Céus! Com tanta agitação acabei esquecendo!"
Não posso esquecer. Não devo esquecer.
Além de uma belíssima atuação, ressalto o trabalho técnico: iluminação, operação de som e sonoplastia. Ainda ouço os pingos. Ainda vejo o clarão da ferrovia. Ainda ouço a voz que ecoa em minha mente. Na mente dos demais espectadores.
"Mas as palavras se esgotam. É verdade."
Não falarei mais. Não quero que se esgotem.
"Como posso prosseguir? Não, não posso."
Manu Goulart
Manu Goulart
sábado, 19 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
ESPETÁCULO DE OUTUBRO
E aí galera...
o espetáculo de outubro vai arrasar. Estreia nessa quarta o espetáculo do Mês de outubro To Be Or Not To Beckett
Uma mulher, atormentada por seus fantasmas, inventa sua vida e seus passatempos a partir do vazio e do nada. Enquanto a personagem brinca com o tempo, desenrolam-se situações inusitadas que movimentam sua solidão. Este monólogo, livremente inspirado na obra de Samuel Beckett, transita entre as imagens e as falas de várias peças do dramaturgo irlandês.
Beckett (1906-1989) é amplamente considerado como um dos escritores mais influentes do século XX. Para alguns críticos, ele é um dos últimos modernistas; para outros, um dos primeiros pós-modernistas. Ele é considerado um dos autores fundamentais do “Teatro do Absurdo”. Suas obras mais conhecidas são Esperando Godot, Dias Felizes e Fim de Partida.
Texto: CAROLINA DIEMER, a partir da colagem de fragmentos da obra de Samuel Beckett
Direção e Atuação: CAROLINA DIEMER
Orientação: MIRNA SPRITZER
Criação e Operação de Luz: LUCIANA BRITO
Arte Sonora: SÉRGIO B. DE LEMOS e ALBERTO TUSI
Apoiadores: CIRCO TEATRO GIRASSOL, SATORI ASSOCIAÇÃO TEATRAL, INSTITUTO ESTADUAL DE ARTES CÊNICAS – CENTRO CENOTÉCNICO e SERRALHERIA MENDES
Agradecimentos: IRION NOLASCO, FRANCIELE AGUIAR, DANIEL FRAGA, ALEXANDRE ANTUNES, ANGELA POHLMANN, JOÃO DIEMER, MARIANA POHLMANN, LUÍZA DIEMER, MANINHA PEDROSO, MARGARETE DAS NEVES ANTUNES, JOÃO PEDRO GIL, LUÍS FABIANO DE OLIVEIRA, KEVIN BREZOLIN, DIEGO ACAUAN, EVELISE MENDES, DILMAR MESSIAS, DÉBORA RODRIGUES, JÉFERSON RACHEWSKY, SIMONE RORATO, STELLA BENTO, TONINHO e MIGUEL.
Espetáculo originado na disciplina de ESTÁGIO DE ATUAÇÃO II de Carolina Diemer
Beckett (1906-1989) é amplamente considerado como um dos escritores mais influentes do século XX. Para alguns críticos, ele é um dos últimos modernistas; para outros, um dos primeiros pós-modernistas. Ele é considerado um dos autores fundamentais do “Teatro do Absurdo”. Suas obras mais conhecidas são Esperando Godot, Dias Felizes e Fim de Partida.
Texto: CAROLINA DIEMER, a partir da colagem de fragmentos da obra de Samuel Beckett
Direção e Atuação: CAROLINA DIEMER
Orientação: MIRNA SPRITZER
Criação e Operação de Luz: LUCIANA BRITO
Arte Sonora: SÉRGIO B. DE LEMOS e ALBERTO TUSI
Apoiadores: CIRCO TEATRO GIRASSOL, SATORI ASSOCIAÇÃO TEATRAL, INSTITUTO ESTADUAL DE ARTES CÊNICAS – CENTRO CENOTÉCNICO e SERRALHERIA MENDES
Agradecimentos: IRION NOLASCO, FRANCIELE AGUIAR, DANIEL FRAGA, ALEXANDRE ANTUNES, ANGELA POHLMANN, JOÃO DIEMER, MARIANA POHLMANN, LUÍZA DIEMER, MANINHA PEDROSO, MARGARETE DAS NEVES ANTUNES, JOÃO PEDRO GIL, LUÍS FABIANO DE OLIVEIRA, KEVIN BREZOLIN, DIEGO ACAUAN, EVELISE MENDES, DILMAR MESSIAS, DÉBORA RODRIGUES, JÉFERSON RACHEWSKY, SIMONE RORATO, STELLA BENTO, TONINHO e MIGUEL.
Espetáculo originado na disciplina de ESTÁGIO DE ATUAÇÃO II de Carolina Diemer
Não Percam
TODAS AS QUARTAS DE OUTUBRO
AS 12:30 E AS 19:30
AV. SALAGADO FILHO, 340
ENTRADA FRANCA
senhas 1h antes
Crítica
Crítica sobre o espetáculo Quando eu tinha ...
A- Oi, poderia escrever o que é morte para você?
B- Claro =)
A- Uma cachacinha?
B- Ah! Gracias.
Okay, Manuzinha... O que é morte pra ti?
"Morte. A temática logo me chamou a atenção, principalmente quando ela se choca com a encenação. Não vi nada morto em cena. Atores vivos. Atores que jogam com o imprevisto.
(A porta da Sala Alziro Azevedo se abre. Entram quatro pessoas após 15min de espetáculo)
'E essas pessoas se sentam no fundo do cinema!'
Nada é esquecido. Cada intervenção, olhar, barulho.
(Um celular começa a tocar. Ator A se levanta e procura por esse som).
Atores que se divertem em cena. Riem quando o colega faz algo engraçado, mesmo que a intenção não seja a do riso. Comentam as suas capacidades, principalmente ao ler algum texto com letra ilegível ou idioma distante do seu habitual.
vida!
Atores que se arriscam. Sim, eu fui assistir duas vezes. E a cada dia, o espetáculo foi diferente. Isso mesmo que tenha alguns pontos marcados, mas que foram modificados. Visivelmente modificados.
É o momento. A energia do público. A energia do espaço. A minha energia em cena. Como estou hoje? Como estou agora? Como me sinto?
Bem mais viva."
B - Ó! Terminei.
A - Obrigado!
B - ;)
Manuela Goulart
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Setembro
Galera o espetáculo de Sembro é Quando eu Tinha..
Os fatos aqui narrados aconteceram há muitos anos já. São as nossas histórias. E as tuas, talvez. Algumas memórias que insistem em se fazer presentes. Algumas que já se foram. Alguns que já se foram. A morte é fechar uma porta. Uma cortina. Apagar a luz. Parar". (Citação da peça teatral Quando eu tinha...)
FICHA TÉCNICA:
Atuação: André Macedo e Marcia Berselli
Orientação: Laura Backes
Atuação: André Macedo e Marcia Berselli
Orientação: Laura Backes
O QUE: Peça “Quando eu tinha...”
QUANDO: Todas as quartas de SETEMBRO
HORÁRIO: às 12h30min e às 19h30min
ONDE: Sala Alziro Azevedo ( Avenida Senador Salgado Filho, 340)
QUANTO: Entrada franca, retirada de senhas uma hora antes do espetáculo
QUANDO: Todas as quartas de SETEMBRO
HORÁRIO: às 12h30min e às 19h30min
ONDE: Sala Alziro Azevedo ( Avenida Senador Salgado Filho, 340)
QUANTO: Entrada franca, retirada de senhas uma hora antes do espetáculo
Efêmera Arte - O Quarto Rosa
Galera confiram o Efêmera Arte, programa da Ufrgs Tv, sobre O Quarto Rosa, está incrível!!
Efêmera Arte - O Quarto Rosa
Galera confiram o Efêmera Arte, programa da Ufrgs Tv, sobre O Quarto Rosa, está incrível!!
Agosto
E ai Galera, o TPE de AGOSTO traz o espetáculo O Quarto Rosa.
Um casal de amantes se encontra em um
quarto totalmente decorado em tons de rosa. Após um jogo de sedução, o namoro é
interrompido pela chegada de um terceiro personagem, outro homem, que será
afetado pelo ambiente sufocante do quarto.
Tennessee
Williams cultivou a escitura da peça em um ato no período que precede e acompanha o início de sua
celebridade, entre o fim dos anos 30 e meados da década de 40 ( O Quarto Rosa
data de 1943). As peças em um ato serviram sempre, no trabalho do dramaturgo,
como uma espécie de laboratório de experimentações estilísticas, e foi a partir
de recursos de expressão previamente empregados nelas que ele extraiu elementos
que seriam utilizados posteriormente em peças de maior duração.
FICHA TÉCNICA:
Texto: TENNESSEE WILLIAMS
Direção: GABRIELA BOCCARDI
Atuação: LUIZ ALVES, MANOELA WOLFF e
RODOLFO LEME
Orientação: INÊS MAROCCO
Operação de Som: MANU GOULART
Fotos: SOFIA WOLFF
Espetáculo originado a partir da disciplina Atelier de Composição Cênica
TODAS AS QUARTAS DE AGOSTO
AS 12:30 E AS 19:30
SALA ALZIRO AZEVEDO
Av. Salgado FIlho, 340
terça-feira, 18 de junho de 2013
Efêmera Arte - Os Altruístas
Matéria que o Efêmera Arte fez sobre e espetáculo desse mês "Os Altruístas"
segunda-feira, 10 de junho de 2013
critica os altruístas
Pessoal,
essa é a critica que a aluna, Manu Goulart, do Curso de Teatro da UFRGS fez sobre os Altruístas.
Vale a pena conferir.
Quando eu li "Os Altruístas", o encanto pelo texto foi instantâneo. Densidade, altas camadas de ironia e, é claro, identificação. Não! Eu não sou nenhuma Sidney ou Lance. Porém, quantas pessoas podemos reconhecer nesses personagens? Não especificamente pelos seus atos, mas sua essência, alguns traços... Enfim. Reflexões e reflexões.
Assim, eu fiquei bastante empolgada em assistir a alguma montagem. E, coincidentemente, BOOM! Lá veio uma apresentação no Theatro São Pedro. Não demorou muito para que viesse outra. Essa eu assisti: a montagem dos alunos do Atelier.
Em comparação com o que vi no TPE com a montagem do Atelier, eu pude observar várias mudanças que tornaram a peça mais atraente.
Em primeiro lugar, ressaltarei e elogiarei muito o trabalho textual dos atores. A forma como o grupo "dava o texto" era tão eficaz que eu não percebi os 90min de espetáculo. E eu fico feliz com esse belo trabalho, pois a obra possui muitos monólogos - Natália Xis que sabe muito bem do que eu estou falando, não é mesmo "Sidney"?. Caso o ator não se empenhar em seu texto, dificultará muito a sua interpretação e a do público que poderá não entender o que está sendo dito. Mas esses problemas não ocorreram. Yeah!
Outro aspecto interessante é referente à encenação. Eu recordo, posso estar errada, que na primeira montagem havia muitos movimentos estilizados enquanto os atores diziam o seu texto. Isso me incomodava e me distanciava do espetáculo. Nessa versão mais recente, houve uma mudança. Eu pude observar mais densidade, ações sutis e delicadeza. E isso resultou num salto às interpretações dos atores. Yeah²!
Por último, alguns comentários da técnica:
1) Eu amo a trilha sonora.
2) As idéias de iluminação são ótimas. Tanto os focos quanto a solução para uma das personagens da peça que não aparece em cena. No entanto, é mais interessante quando a luz está em sintonia com as cenas, ou seja, "pontuar" melhor a "entrada e saída".
No demais: Parabéns, queridones!
segunda-feira, 3 de junho de 2013
O TPE apresenta em JUNHO
OS
ALTRUÍSTAS
Mês:
Junho/2013
Sidney, a SuperStar, acorda em seu
luxuoso apartamento depois de ter sofrido uma tentativa de assassinato. Ela
julga que o corpo sob os lencóis é Ethan, seu namorado. Após um longo e
desesperado desabafo lhe desfere três tiros à queima roupa. Esta meuler em
fúria começa uma busca desesperada por ajuda e recorre a seu irmão, Ronald, que
está em casa completamente apaixonado por Lance, um michê que conheceu na noite
anterior. Em outro apartamento estão Ethan e Cibyl que, após passarem a noite
juntos, discutem o que levar para uma manifestação, apesar de não saberem bem
contra o que irão protestar. O
norte-americano Nicky Silver (1960) é um dos principais dramaturgos
contemporâneos. Sua obra já foi caracterizada como uma poesia quase perversa
sobre as banalidades sociais.
FICHA TÉCNICA:
Texto: NICKY SILVER
Tradução: FLORÊNCIA GIL
Direção: ANDER BELOTTO
Atuação: NATALIA XIS, DIEGO ACAUAN,
KEVIN BREZOLIN, LUIZA SANSONE e DIOGO VERARDI
Orientação: PATRÍCIA FAGUNDES e GINA
TOCCHETTO
Espetáculo originado na disciplina
ATELIER DE COMPOSIÇÃO E ATUAÇÃO CÊNICA I
Todas as quartas feiras as 12:30 e as 19:30.
ENTRADA FRANCA. senhas 1h antes
av. salgado filho, 340
SALA ALZIRO AZEVEDO
Todas as quartas feiras as 12:30 e as 19:30.
ENTRADA FRANCA. senhas 1h antes
av. salgado filho, 340
SALA ALZIRO AZEVEDO
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Efêmera Arte
Olhem que legal a entrevista do pessoal do "Andróginos" para o programa Efêmera Arte , da UFRGS TV.
Pessoal , olhem a critica que Manu Goulart , aluna do DAD escreveu sobre o espetáculo desse mês...
Quando “Andróginos” estreou, no ano passado, eu não pude assistir. Porém eu me interessei muito pelo conteúdo e resolvi saber mais sobre a peça. Assim sendo, li o Trabalho de Conclusão de Curso da diretora, Isandria Fermiano, e adorei. Então, finalmente, esse ano eu consegui assistir ao seu trabalho.
“O que esta pele diz do que eu sou?”
Eis algo que eu muito me questiono. Por eu ser mulher eu necessito agir como uma? Mas o que é ser mulher? Será que eu preciso usar salto alto ou vestido para ser uma mulher? Meros padrões que a sociedade estipula. “Pegue um bebê e coloque nele roupas azuis. Com ele serão feitas brincadeiras mais violentas e ele será chamado por apelidos no aumentativo. Coloque no mesmo bebê roupas cor-de-rosa, as brincadeiras feitas com ele serão carinhosas e delicadas e tudo será dito no diminutivo”. Eu, Manu, desde criança preferia usar cores escuras. Ai dos meus pais se me vestissem de rosa. Na escola, a hora do recreio era o momento de brincar de pega-pega com os guris. Afinal, as gurias preferiam sentar num canto e conversar. E no meu aniversário de 15 anos? “Mãe, eu não quero Baile nenhum. Compra pra mim um teclado”. E aí?! O que me diz? E então, “já decidiu o que vai ser?”. Enfim, o espetáculo me tocou bastante. Tanto pela encenação, quanto pela atuação e texto dramatúrgico. Seria o diálogo entre atores e público? Ou o uso de relatos que penetram na mente do espectador fazendo com que ele reflita sobre o que está sendo dito? Quem sabe a bem pensada iluminação? Ou talvez a envolvente trilha sonora? Não sei ao certo. A mescla de todos os elementos, anteriormente citados, fez com que eu voltasse a Alziro para assistir novamente à peça. Assistiria novamente? Com certeza! Longa vida, “Andróginos”!
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Galera, esse mês o espetáculo é
ANDRÓGINOS
Não esqueçam, todas as quartas feiras as 12:30 e as 19:30 com entrada franca (senhas 1h antes)

ANDRÓGINOS
Não esqueçam, todas as quartas feiras as 12:30 e as 19:30 com entrada franca (senhas 1h antes)

ANDRÓGINOS
Mês:
Maio/2013
Mesmo
em uma época de reorganização de padrões, cruzar a linha entre o que é
considerado feminino e masculino é uma escolha pelo risco. É entrar em uma zona
de variantes comportamentais não determinadas pelo seu sexo biológico,
desequilibrando a ordem binária: pênis-homem-masculino, vagina-mulher-feminino.
Andróginos
é um espetáculo que investiga a ruptura desses padrões dicotômicos,
atravessando as fronteiras femininas e masculinas. Entre reflexões teóricas e
experiências vividas, o grupo cria uma colcha de retalhos a partir de sua
percepção sobre o que é, ou como se dá, a reorganização de gêneros na
contemporaneidade.
FICHA TÉCNICA:
Texto: O GRUPO
Direção: ISANDRIA FERMIANO
Atuação: CAROLINA DIEMER, KARINE PAZ e
VINICIUS MELLO
Orientação: PATRÍCIA FAGUNDES e LAURA
BACKES
Iluminação: KEVIN BREZOLIN
Cenografia e Produção: ISANDRIA
FERMIANO e VINICIUS MELLO
Trilha Sonora: ISANDRIA FERMIANO e
PHILIPE PHILIPSEN
Figurinos: ISANDRIA FERMIANO, LETÍCIA
PINHEIRO e VINICIUS MELLO
Costureira: ODIR AQUINO
Arte Gráfica: GUSTAVO ACKER
Espetáculo originado na disciplina de
ESTÁGIO DE DIREÇÃO II de Isandria Fermiano
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Efêmera Arte - Fala comigo doce como a chuva
Pessoal,
O programa Efêmera arte da TV UFRGS, que sempre faz uma matéria sobre o espetáculo que o TPE tem em cartaz no mês, já publicou a matéria desse mês..
sexta-feira, 5 de abril de 2013
FOTOS
Para vocês terem uma ideia do espetáculo, algumas fotos que foram tiradas nessa quarta de estreia.
Venham assistir o espetáculo é imperdível
quinta-feira, 4 de abril de 2013
ABRIL
A mostra TPE 2013 ja começou
esse mês
Um jovem casal, encerrado em um quarto
no auge do verão, ouve o som da chuva. O desejo de bebida para amenizar o calor
só é menor do que a intensidade de ambos em falar, mas não necessariamente um
com o outro. A comunicação entre eles não aproxima, ao contrário, distancia. A
peça nos aproxima de um universo humano, demasiado humano.
Tennessee
Williams (1911-1983) foi um dramaturgo norte-americano, vencedor de vários
prêmios e considerado um dos maiores escritores do século XX. Entre suas obras
mais conhecidas destaca-se Um Bonde
Chamado Desejo. As principais características do seu texto são apresentar
personagens em constante conflito entre a realidade e a fantasia, tons
autobiográficos e criticar a sociedade de sua época, que, segundo ele, seria
dominada pela hipocrisia e por uma falsa moral.
FICHA TÉCNICA:
Texto: TENNESSEE WILLIAMS
Direção: MATHEUS MELCHIONNA
Atuação: FERNANDA PETIT e ANDER BELOTTO
Orientação: INÊS MAROCCO
Fotos: JÉSSICA LUSIA
Agradecimentos: ELISA HEIDRICH, DI
NARDI e ANNA JÚLIA AMARAL
Espetáculo originado na disciplina de
COMPOSIÇÃO CÊNICA
sábado, 23 de março de 2013
O TPE está de volta
TPE 2013
Logo logo estaremos de volta, a programação 2013 está imperdível.
em ABRIL
Todas as quartas feiras às 12:30 e às 19:30.
ENTRADA FRANCA
Av. salgado filho, 340- centro
senhas 1h antes
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
selecionados do TPE
Galera, TPE 2013 ja tem seus selecionados
FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA - abril
ANDRÓGINOS- maio
OS ALTRUÍSTAS- junho
QUARTO COR DE ROSA- agosto
ZUCCOS- setembro
TO BE OR NOT TO BECKETT - outubro
O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO- novembro
essas serão as atrações do TPE 2013
Aos grupos lembramos que todos deverão em sua temporada do mês selecionado cumprir uma tarde de TPE escola, assim como consta no regulamento. Caso os grupos não possam avisar imediatamente a equipe do TPE pelo e-mail : teatro.pesquisa.extensao@gmail.com
FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA - abril
ANDRÓGINOS- maio
OS ALTRUÍSTAS- junho
QUARTO COR DE ROSA- agosto
ZUCCOS- setembro
TO BE OR NOT TO BECKETT - outubro
O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO- novembro
essas serão as atrações do TPE 2013
Aos grupos lembramos que todos deverão em sua temporada do mês selecionado cumprir uma tarde de TPE escola, assim como consta no regulamento. Caso os grupos não possam avisar imediatamente a equipe do TPE pelo e-mail : teatro.pesquisa.extensao@gmail.com
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